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Domingo de Ramos
Leituras: Mt 21, 1-11; Is 50, 4-7; Fl 2. 6-11; Mt 26, 14-27, 66
"Na hora conveniente, reúne-se a assembleia num lugar apropriado fora da igreja, trazendo os fieis ramos nas mãos. O celebrante abençoa os ramos. É proclamado o evangelho da entrada de Jesus em Jerusalém. Precedida pela cruz, a assembleia se dirige em procissão, cantando salmos e hinos de louvor a Cristo-Rei, para a igreja na qual se celebra a eucaristia" (Missal Romano-Domingo de Ramos).
Gesto simples. Aparentemente óbvio e previsto nas normas do missal para organizar a celebração do Domingo de Ramos. Na realidade, com a linguagem simbólica própria da liturgia, ele nos introduz em maneira espontânea no Mistério Pascal de Cristo e nos faz vislumbrar nossa participação vital no mesmo. Este evento abre a celebração do Domingo de Ramos e de toda a Semana Santa da Páscoa, marcando o seu movimento interior.
Ao se reunir, como primeiro ato, a assembleia proclama e escuta o evangelho de Jesus. Em resposta, se põe a caminho, seguindo a cruz do Senhor. Continuará seguindo Jesus no seu caminho pascal, através de quatro significativos movimentos ao longo dos ritos da Semana Santa, tendo seu olhar fixo "naquele que iniciou e realizou a fé, em Jesus, o qual, pela alegria que lhe foi proposta, sofreu a cruz, desprezou a humilhação e sentou-se à direita do trono de Deus" (Hb 12,2). Os movimentos marcam quase que todas as etapas de todo caminho de fé, caminho este que no itinerário pascal encontra seu modelo.
O primeiro movimento é a procissão dos Ramos atrás da cruz do Senhor: em Jesus crucificado a assembleia reconhece e proclama o vencedor da morte e o guia do seu caminho. O segundo acontece na Sexta-feira santa, quando, ao celebrar a Paixão do Senhor, a assembleia desfila em procissão para honrar e beijar com devoção e amor a cruz que está elevada diante de si: a cruz é transformada de patíbulo em árvore da vida e trono da glória de Cristo. O terceiro movimento anima o início da solene Vigília pascal. A assembleia se põe a caminho atrás do Círio Pascal, única luz nas trevas da noite e, ao acender as próprias velas do mesmo Círio, se deixa iluminar pela luz de Cristo Ressuscitado. É na luz de Cristo que os fiéis aprendem a enfrentar os desafios da vida e dela se deixam guiar.
No cume da vigília pascal, a assembleia acabará seu caminho ao aproximar-se, cheia de alegria e agradecimento, à mesa do Senhor, juntamente com os neo-batizados, que pela primeira vez vão receber o corpo e o sangue do Senhor. Inseridos como membros vivos do seu mesmo corpo que é a Igreja, visível na assembleia celebrante, todos recebem o convite solene e cheio de alegria do diácono, para sair da celebração, retornando como portadores da luz e da paz de Cristo em direção àquela mesma realidade ambígua do mundo, da qual saíram no início, para mergulhar-se na páscoa transformadora de Jesus. O movimento interior de adesão a Cristo, iniciado no domingo dos Ramos e alimentado pelas várias passagens rituais, dá lugar ao movimento da vida animada pelo Espírito.
Assim, o primeiro gesto ritual com o qual, no domingo de Ramos, o povo de Deus se reúne para iniciar a celebração da páscoa do Senhor, exprime em síntese a totalidade do Mistério Pascal de Cristo e o profundo envolvimento nele, na fé e no amor, de cada pessoa e da Igreja inteira. Desde sempre a Igreja é o povo de Deus a caminho, impelida pelo Espírito, em movimento através das vicissitudes da história, rumo à plenitude do reino de Deus. Ela é caracterizada pela pluralidade dos dons, das experiências culturais e espirituais, das sensibilidades sociais, das elaborações teológicas e dos diferentes ritos litúrgicos, porém, sempre orientada no seu olhar para Cristo Jesus, morto e ressuscitado, origem e centro da sua comunhão.
Ela caminha procurando estar em relação profunda com Deus, empenhada a promover a comunhão e a solidariedade entre seus membros e com toda a família humana, para avançar na história como "povo santo e pecador, para construirmos juntos o vosso reino que também é nosso" (Oração eucarística V). Toda comunidade que celebra com fé a páscoa do Senhor, embora com simplicidade de meios e na pobreza das estruturas, vive seu momento forte e profético de povo de Deus a caminho, gerado em maneira sempre nova pela páscoa de Jesus.
As primeiras comunidades cristãs de Jerusalém, movidas pela devoção e pelo desejo de partilhar de perto com amor os passos de Jesus no seu caminho de paixão e de glorificação, organizaram, sobretudo a partir do séc. IV [1], celebrações especiais em cada lugar onde Jesus tinha vivido seus últimos dias de presença física no meio dos seus discípulos, dias tão decisivos no plano de Deus e para a nossa salvação: da última ceia no cenáculo à Paixão no horto das oliveiras, da Morte no Calvário à Sepultura e Ressurreição no jardim, até à Ascensão na colina perto de Jerusalém. A celebração semanal da páscoa no dia do domingo e aquela anual, acabaram enriquecendo-se de celebrações especiais ao longo do Tríduo sagrado e da semana que precedia o Domingo da Páscoa.
A estrutura atual da nossa Semana Santa é herdeira feliz desta tensão de amor das primeiras comunidades, finalizada a guardar a memória sagrada dos acontecimentos históricos fundamentais no plano da nossa salvação. Ao longo dos séculos, por variadas vicissitudes históricas, ela tinha perdido sua linearidade celebrativa e simbólica. Felizmente conseguiu recuperá-la, graças à iluminada ação da reforma litúrgica realizada pelo papa Pio XII nos anos 1951 e 1955, e aperfeiçoada pelo Concílio Vaticano II.
A força narrativa dos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus proclamados nas leituras bíblicas, e o intenso envolvimento emocional que as celebrações destes dias conseguem realizar, mesmo em pessoas que raramente participam nas liturgias, não devem nos fazer esquecer seu profundo sentido espiritual, e a exigência de participar às celebrações com intensidade de fé e de amor ao Senhor.
Na celebração litúrgica da Igreja se torna presente e atuante, pela ação permanente de Cristo e do seu Espírito, o amor infinito do Pai, manifestado no amor sacrifical de Jesus até a morte, e se renova o dom da vida divina que nos faz viver como filhos e filhas do Pai e irmãos uns dos outros.
Os emocionantes ritos destes dias vão muito além de uma devota reconstrução cênica da Morte e Ressurreição de Jesus como acontecimentos do passado. Eles nos proporcionam o encontro vivo com o Cristo vivente. Doam-nos a energia transformadora do seu amor, fazendo-nos viver desde agora, de antemão, as primícias da sua plenitude na relação filial com o Pai e na relação fraternal entre nós.
Tendo presente esta perspectiva sacramental das celebrações, é possível e muito oportuno valorizar em maneira fecunda a grande riqueza das expressões da religiosidade popular, que foi muito criativa na sua capacidade de fazer reviver os acontecimentos pascais, na dimensão trágica e na de alegria jubilosa que os caracterizam.
Deixamo-nos guiar neste apaixonado caminho rumo às entranhas do Senhor, por alguém que viveu profundamente esta experiência. "Onde podemos encontrar repouso tranquilo e firme segurança para a nossa fraqueza, a não ser nas chagas do Salvador?... Na verdade vou buscar confiantemente o que me falta nas entranhas do Senhor, tão cheias de misericórdia que não lhe faltam fendas por onde se derrame. Perfuraram suas mãos e seus pés e transpassaram seu lado com a lança; por essas fendas é-me permitido... provar e ver quão suave é o Senhor... Mas o cravo penetrante tornou-se para mim a chave que abre para que eu veja a vontade do Senhor. Clama o cravo, clama a chaga que verdadeiramente Deus está em Cristo, nele reconciliando o mundo" (São Bernardo, Sermão 61, 3-5 sobre o Cântico dos Cânticos, LH Monástica, 2 Semana de Quaresma, quarta-feira).
Durante os dias da Páscoa, o estilo, poderíamos dizer a arte, com que a liturgia costuma celebrar o Mistério de Cristo, se exprime em toda a riqueza da sua linguagem, e nos envolve em maneira fascinante no mistério que estamos celebrando.
O Papa Bento XVI, com sua especial sensibilidade litúrgica e pastoral, nos ofereceu novamente em maneira eficaz o ensinamento dos Padres da Igreja e do Concílio Vaticano II, sobre esta estrutura simbólica e sacramental da liturgia e sua capacidade de promover nossa participação profunda: "Igualmente importante para uma correta arte da celebração é a atenção a todas as formas de linguagem previstas pela liturgia: palavras e canto, gestos e silêncios, movimento do corpo, cores litúrgicas dos paramentos. Com efeito a liturgia, por sua natureza, possui uma tal variedade e níveis de comunicação que lhe permite cativar o ser humano na sua totalidade" (Exortação apostólica Sacramentum Caritatis, n. 40 [2007]).
A Igreja nos solicita, para uma participação ativa, consciente, plena e frutuosa, "que a própria natureza da liturgia exige e à qual, por força do batismo, o povo cristão, 'geração escolhida, sacerdócio régio, gente santa, povo de sua conquista' [1 Pd 2, 9] tem direito e obrigação" (Constituição Sacrosanctum Concilium n. 14). Trata-se de acolher a ação de Deus em nós, respondendo com amor ao seu amor, unindo-nos ao amor de Cristo pelo Pai e pelos irmãos.
Cristo continua sendo o protagonista central de toda ação litúrgica da Igreja com seu Espírito. Isto aparece em maneira ainda mais marcada nas celebrações desta semana central do ano litúrgico, que chamamos de "Santa", enquanto nela se concentram os eventos decisivos da sua vida, da sua morte e da sua ressurreição com o envio do seu Espírito, eventos que nos tornam partícipes da vida e santidade de Deus. Convidam-nos a nos deixar envolver plenamente no dinamismo pascal de morte ao homem velho para a vida nova no Espírito.
"Bendito o que vem em nome do Senhor!". Com esse refrão acompanhamos a procissão até a porta da igreja. A entrada messiânica de Jesus em Jerusalém, no júbilo e na alegria (evangelho de Mt 21, 1-11, e procissão) é inseparável da proclamação da sua Paixão, centro da liturgia eucarística deste domingo (Mt 26, 14 - 27,66). A leitura do profeta Isaías, que delineia a figura e a missão do Servo do Senhor sofredor, salvado por Deus e por ele escolhido a tornar-se Salvador dos povos (Is 50, 4-7), destaca a mesma intrínseca conexão entre sofrimento e salvação. A mesma mensagem nos entrega Paulo ao apresentar Cristo, modelo inspirador da nova maneira de viver na comunidade dos discípulos. Ele despiu-se voluntariamente da sua dignidade divina para assumir a condição humana de extrema humilhação até a morte de cruz, porém, por isso foi glorificado pelo Pai e constituído Senhor e Salvador de todos (Fl 2, 6-11). A lógica da Páscoa se torna o sangue que corre nas veias do corpo do discípulo irrigando a comunidade de vida.
Ela realiza a passagem de um mundo para outro. Como canta o Prefácio, "Pelo poder radiante da cruz, vemos com clareza o julgamento do mundo e a vitória de Jesus crucificado". Ao canto jubiloso do salmo real cantado pela assembleia em procissão, "Ó portas, levantai vossos frontões! Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, a fim de que o rei da glória possa entrar" (Sl 23,9 - Processional), faz eco o grito sofrido e confiante de Jesus na cruz: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?.... Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu socorro!" (Sl 21, 1. 20 - Responsorial ).
O canto alegre do Hosana e de glória e louvor a Cristo rei e redentor durante a jubilosa procissão, se entrelaça com a sóbria meditação sobre o extremo exemplo de humildade dado por Cristo ao se tornar homem e morrer na cruz. A partilha com a cruz de Cristo nos permite participar da sua glória (Oração do dia). Foi o caminho pascal de Cristo. É o caminho da Igreja, seu corpo e sua esposa amada. É o caminho de fé e de amor de todo discípulo e discípula.
Notas:
1. Vale a pena a leitura do texto da peregrina Etéria, que ao visitar os lugares santos nos legou em seus diários um quadro sobre a liturgia hirosolimitana do IV século. BECKHAUSER, A. Peregrinação de Etéria: Liturgia e Catequese em Jerusalém no século IV. Petrópolis: Vozes, s.d.
Dom Celso Antônio Marchiori
Bispo de Apucarana - PR
A visão de Maria assunta no céu mostra aos cristãos que a meta de todos não está na vida presente, como ressalta o professor, ao afirmar também que ela é aquela que participou primeiramente da salvação de Cristo, por meio dessa assunção.
“Não podemos dizer que falar de Maria nos afasta de Cristo porque tudo que é grande em Maria tem seu fundamento em Cristo”, destaca Lino Rampazzo.
As mulheres da Bíblia
O doutor em teologia salienta também a forte presenta feminina na Bíblia, lembrando as mulher que acompanhava Jesus e os apóstolos. “No momento mais difícil quando Jesus dá seu supremo testemunho na cruz há somente um homem presente e todas as outras eram mulheres. E no dia da ressurreição são as mulheres que vão no túmulo de Jesus”, elucida o professor.
Santo Ambrósio, por exemplo, define a importância de Maria Madalena chamando-a de “apóstola dos apóstolos”, justamente porque é ela quem anunciou a ressurreição aos discípulos.
As grandes mulheres da Igreja
Já no Livro do Gênesis, quando é explicada a criação da humanidade, Deus mostra o papel do homem e da mulher. “Dizer que mulher saiu da costela do homem, significa mostrar que ela não está acima ou abaixo, mas ao lado, a mulher é a companheira do homem, ela o completa. O homem não conseguiria traduzir todos os dons da humanidade se não colocasse a mulher ao seus lado”, enfatiza o teólogo.
Para Lino Rampazza, a mulher é o coração da sociedade e o seu maior dom é a afetividade; sem ela a sociedade seria fria e não perceberia todos os aspectos da realidade.
“Se olharmos as figuras dos grande homens, vemos ao seu lado a figura de uma mulher. Muitas vezes é uma mãe, esposa, uma filha, uma figura de uma mulher que o fez entender e agir melhor na sociedade”, destaca.
No decorrer dos séculos, as mulheres desempenham papéis de grande importância e notoriedade na Igreja e na sociedade. Entre elas, destacam-se as doutoras da Igreja - Santa Catarina de Sena, Santa Teresinha do Menino Jesus e Santa Teresa d'Ávila – , as grandes santas como Santa Clara de Assis, Santas Perpétua e Felicidade, as mártires Santa Águeda e Santa Luzia, e as grandes mulheres católicas do século XX como Madre Teresa de Calcutá e Chiara Lubich.
Fonte: cancaonova.com
Oração preparatória para todos os dias
Senhor, enviai-nos vosso Espírito Santo, para que derrame sobre nós a vossa luz, nestes dias que louvamos Santa Teresa com esse Tríduo.
Queremos louvar-vos por tão grandes maravilhas que nela operastes.
Dai-nos que com ela possamos cantar eternamente as vossas misericórdias e sejamos atendidos, com as graças que por intercessão sua vos pedimos. Amém.
Oração final para todos os dias
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, nós vos agradecemos todos os favores, com que enriquecestes a alma de Santa Teresa e que pelas luzes recebidas neste Tríduo por intercessão de vossa diletíssima esposa, possamos trilhar o caminho do amor, da paz e do perdão, a fim de que revelemos a todos a Vossa Face de Pai Misericordioso. Amém.
Segundo Dia
Santa Teresa, que tivestes o coração ferido pela flecha do Amor que vos elevou ao mais alto grau de amor e que bebestes da água viva oferecida por Jesus, levai-nos a esta Fonte, a fim de que, também possamos, saciados desta água, subir ao mais alto grau de amor que nos levará à plena união com Deus.
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai e Oração final.
"Deus é como a fonte da qual cada um tira segundo a capacidade do recipiente que leva" São João da Cruz.
Leitura do dia
Evangelho de hoje.
Oração preparatória para todos os dias
Senhor, enviai-nos vosso Espírito Santo, para que derrame sobre nós a vossa luz, nestes dias que louvamos Santa Teresa com esse Tríduo.
Queremos louvar-vos por tão grandes maravilhas que nela operastes.
Dai-nos que com ela possamos cantar eternamente as vossas misericórdias e sejamos atendidos, com as graças que por intercessão sua vos pedimos. Amém.
Oração final para todos os dias
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, nós vos agradecemos todos os favores, com que enriquecestes a alma de Santa Teresa e que pelas luzes recebidas neste Tríduo por intercessão de vossa diletíssima esposa, possamos trilhar o caminho do amor, da paz e do perdão, a fim de que revelemos a todos a Vossa Face de Pai Misericordioso. Amém.
Segundo Dia
Santa Madre Teresa, vós que sois Mestra de Oração e nos ensinastes que orar é "um trato de amizade com Aquele que sabemos que nos ama".
Ensinai-nos a constância na oração, a fim de que nesta amizade com Deus possamos nos unir sempre mais a Ele, para que, o amor de Deus que enche os nossos corações transborde para o mundo. Amém.
Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai e Oração final.
Leitura do dia
Evangelho de hoje.
Programação da Festa para o dia de hoje.
Programação
No 1° dia do Triduo na capela o coral Santa Tereza homenagea a sua padroeira.
Hino de Santa Tereza D'Ávila.
Conheça um pouco do Coral.
Oração final para todos os dias
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, nós vos agradecemos todos os favores, com que enriquecestes a alma de Santa Teresa e que pelas luzes recebidas neste Tríduo por intercessão de vossa diletíssima esposa, possamos trilhar o caminho do amor, da paz e do perdão, a fim de que revelemos a todos a Vossa Face de Pai Misericordioso. Amém.
Primeiro Dia
Santa Reformadora do Carmo, Doutora Mística da Igreja, vós que merecestes este nome pela alta sabedoria que o Senhor vos infundiu para proveito dos fiéis, fazei que a celestial doutrina que nos deste nos vossos admiráveis livros ilumine o nosso entendimento afim de que possamos compreender e seguir as verdadeiras máximas que nos conduzem ao conhecimento de Deus e de nós mesmos.
Leitura do dia
Evangelho de hoje.
Programação da Festa para o dia de hoje.
Programação
A sua festa é celebrada no dia 15 de outubro.
Santa Teresa D'Avila... rogai por nós!
Queridos (as),
Paz!
Vocês não imaginam a alegria do meu coração pela unidade e pela força do clamor que se levantou no Brasil no dia 1° de outubro, até o dia 3, que foi o pleito eleitorial. Deus escutou nosso clamor, Ele interviu na nossa nação e está nos dando mais 27 dias para clamarmos.
Qual é a nossa intenção?
Queremos pedir que o Brasil seja livre da implantação da “cultura de morte”: isso está implícito na discriminalização do aborto, na eutanásia, na manipulação de embriões, na aprovação da prostituição como profissão, e tantos absurdos que vemos ideólogos assumirem e trabalharem para que isso aconteça na nação, assim como a mordaça na questão dos devios sexuais e a sensura da imprensa.
Durante o período eleitoral, vimos pessoas que declararam apoio a essa política ideológica retrocederem, mas não por convicção e sim por conveniência, entenderam que nós Católicos e todos os Cristãos de outras denominações somos uma grande força na nação. Perceberam que Deus está em primeiro lugar na nossa vida e o nosso compromisso é com Deus e não com eles. Nossa consciência não pode permitir que “os fins justifiquem os meios”. É a hora de uma grande reação do povo Cristão, é o momento de mostrarmos que estamos do lado de Jesus e o Senhor está do lado da vida: “O ladrão vem só para roubar, matar e destruir. Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância”. (Jo 10, 10).
Louvo a Deus pela atitude dos Cristãos, agradeço ao Senhor pelo despertamento de Seu povo. Que nesses vinte e sete dias que temos para orar e agir como povo Cristão, nós o façamos sem medo. Precisamos esclarecer os que não têm clareza, precisamos mostrar a verdade para os que ainda estão na mentira, temos que dar passos concretos para testemunhar quem nós somos e para quê aqui estamos.
Convoco você para continuarmos em oração, em clamor, em consagração. O Papa Bento XVI convoca os Católicos para rezarem o terço todos os dias neste mês de outubro, e ratifico esse convite dele para que intensifiquemos o clamor pela libertação do Brasil. Lembremo-nos que a Virgem Maria e São José fugiram para o Egito para protegerem Jesus dos ataques de Herodes que O queria matar, que ela, Rainha e Padroeira do Brasil, defenda nossas crianças da aprovação do aborto na nação brasileira, da implantação dessa cultura de morte.
Que as sextas-feiras até o dia 31 de outubro seja o nosso dia marcado para o jejum pela nação, começando as 08:00 e consagrando o jejum as 17:00, jejum a pão e água: “O jejum será o jejum a pão e água: “Não quer dizer que se coma pão e tome água juntos. Pelo contrário, o nosso tipo de pão, comido com água, fermenta o estômago e dá dor de cabeça. Jejum a pão e água é comer pão quando se tem fome e beber água quando se tem sede. É até bom ir comendo pão pouco a pouco, aos bocadinhos. Você vai perceber que o pão adquire um novo sabor neste dia. Não se deve deixar de beber água muitas vezes no dia. O organismo precisa de líquido. Beba água mesmo sem sede. O básico desse jejum é não comer nem beber nada a não ser pão e água. Repito, não é para passar fome. Muito menos para passar sede. Esse jejum é o que mais refreia a nossa gula, que unicamente funciona unicamente na satisfação do paladar. Esse tipo de jejum é o que mais nos disciplina no vício de lambiscar o dia todo. No jejum a pão e água pode se usar, com vantagens, o chamado pão sírio, que é muito substancioso, e os pães integrais, que podem ser feitos em casa mesmo. Por serem de trigo integral, eles são nutritivos e não fazem mal. Mas mesmo o nosso pãozinho comum é suficiente para fazer um bom jejum, e sem passar fome”. (Mons.Jonas Abib - Práticas de fazer jejum).
Ofereça sacrificios, comunhões, adorações e tudo o que você puder nesta intenção da libertação do Brasil e do avivamento da nação. Declaremos com toda a força do nosso ser: Vence Brasil! Vence Jesus, na Terra de Santa Cruz!
Estaremos unidos!
Faça esse texto convocatório chegar ao maior número de brasileiros que você puder.
Comprometa-se com Deus e com a nação.
Foi a coragem do Profeta Elias que trouxe a conversão a toda a nação de Israel, nos diz a Bíblia em 1 Rs 18, 39: Todo o povo proclamava: “É o Senhor que é Deus, é o Senhor que é Deus!” Declaremos isso, é o Senhor o Deus da vida que é o Deus do Brasil! Aleluia!
No amor de Cristo!
Seu irmão,
Pe.Roger Luis
Canção Nova
- O Seminário de São Pedro, como casa de formação para o sacerdócio ministerial, o faz em conformidade com as diretrizes e orientações emanadas pela Igreja Católica Apostólica Romana, consignadas nos documentos e no Direito Canônico, que são de domínio público;
- Que nenhum aluno acolhido no referido Seminário desconhece as diretrizes, regras e orientações guiadoras de todo o processo de formação e discernimento exigidos para quem, de livre e espontânea vontade, pretende assumir o sacerdócio ministerial;
- Que o reitor, Pe. Antônio Gomes da Silva, e sua equipe de formação, gozam de nossa inteira confiança;
- Que, enquanto pastor e guia desta Igreja, tenho como o primeiro dever de nossa solicitude pastoral o cultivo e a formação dos vocacionados;
- Que a Igreja, consciente de seu papel na história, e de sua responsabilidade perante o Povo de Deus, a quem, em nome de Jesus Cristo, é chamada a servir, tem o grave dever de, através de suas Casas de Fomação e de seus Formadores, fazer uma seleção notadamente rigorosa dos candidatos ao sacerdócio ministerial;
- E, por isto, é consciente de que cada vez mais é necessário oferecer a esses candidatos e educadores uma sempre atualizada formação na dimensão humana, intelectual, espiritual, pastoral e missionária, face aos desafios hodiernos de uma sociedade pluralista em que vivemos;
- Que o processo de formação permanente dos seminaristas e educadores deve equacionar um ambiente de paz e confiança mútua capaz de mediar a superação de dificuldades decorrentes das exigências inerentes ao processo dos que facilitam o discernimento vocacional. Isto requer das partes atitudes de humildade e honestidade, amparadas na dócil e confidencial comunhão com as próprias autoridades da Igreja;
- Que faz parte do múnus episcopal incentivar reitores e equipes de educadores a ter firmeza quanto à seleção e ao cuidado para com os formandos: é o bem da Igreja e dos próprios jovens que o exige;
- Não é demais recordar que a ninguém se atribui o direito ao sacerdócio ministerial pelo simples fato de ingressar no Seminário. Cabe tão somente à Igreja chamá-los, acolhê-los e reconhecer-lhes a Vocação;
- Por fim, trazemos à memória quantos homens honrados que, outrora, estudaram no Seminário de São Pedro e que, no presente, servem à sociedade no exercício das mais diversas profissões, enriquecendo-a pelo exemplo de vida fundada nos valores humanos, plasmados nas virtudes divinas que conduzem suas atitudes e ações.
Filho de comerciantes, Francisco Bernardone nasceu em Assis, na Umbria, em 1182. Nasceu em berço de ouro, pois a família tinha posses suficientes para que levasse uma vida sem preocupações. Não seguiu a profissão do pai, embora este o desejasse. Alegre, jovial, simpático, era mais chegado às festas, ostentando um ar de príncipe que encantava.
Mas mesmo dado às frivolidades dos eventos sociais, manteve em toda a juventude profunda solidariedade com os pobres. Proclamava jamais negar uma esmola, chegando a dar o próprio manto a um pedinte por não ter dinheiro no momento. Jamais se desviou da educação cristã que recebeu da mãe, mantendo-se casto.
Francisco logo percebeu não ser aquela a vida que almejava. Chegou a lutar numa guerra, mas o coração o chamava à religião. Um dia, despojou-se de todos os bens, até das roupas que usava no momento, entregando-as ao pai revoltado. Passou a dedicar-se aos doentes e aos pobres. Tinha vinte e cinco anos e seu gesto marcou o cristianismo. Foi considerado pelo papa Pio XI o maior imitador de Cristo em sua época.
A partir daí viveu na mais completa miséria, arregimentando cada vez mais seguidores. Fundou a Primeira Ordem, os conhecidos frades franciscanos, em 1209, fixando residência com seus jovens companheiros numa casa pobre e abandonada. Pregava a humildade total e absoluta e o amor aos pássaros e à natureza. Escreveu poemas lindíssimos homenageando-a, ao mesmo tempo que acolhia, sem piscar, todos os doentes e aflitos que o procuravam. Certa vez, ele rezava no monte Alverne com tanta fé que em seu corpo manifestaram-se as chagas de Cristo.
Achando-se indigno, escondeu sempre as marcas sagradas, que só foram descobertas após a sua morte. Hoje, seu exemplo muito frutificou. Fundador de diversas ordens, seus seguidores ainda são respeitados e imitados.
Franciscanos, capuchinhos, conventuais, terceiros e outros são sempre recebidos com carinho e afeto pelo povo de qualquer parte do mundo.
Morreu em 4 de outubro de 1226, com quarenta e quatro anos. Dois anos depois, o papa Gregório IX o canonizou. São Francisco de Assis viveu na pobreza, mas sua obra é de uma riqueza jamais igualada para toda a Igreja Católica e para a humanidade. O Pobrezinho de Assis, por sua vida tão exemplar na imitação de Cristo, foi declarado o santo padroeiro oficial da Itália. Numa terra tão profundamente católica como a Itália, não poderia ter sido outro o escolhido senão são Francisco de Assis, que é, sem dúvida, um dos santos mais amados por devotos do mundo inteiro.
Assim, nada mais adequado ter ele sido escolhido como o padroeiro do meio ambiente e da ecologia. Por isso que no dia de sua festa é comemorado o "Dia Universal da Anistia", o "Dia Mundial da Natureza" e o "Dia Mundial dos Animais". Mas poderia ser, mesmo, o Dia da Caridade e de tantos outros atributos. A data de sua morte foi, ao mesmo tempo, a do nascimento de uma nova consciência mundial de paz, a ser partilhada com a solidariedade total entre os seres humanos de boa vontade, numa convivência respeitosa com a natureza.





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